Se você é um mestre, educador ou um professor, pai mãe... provavelmente você deseja sucesso à seus filhos ou alunos, seus discípulos. Ou não?! Se não, acho que é preciso rever seus conceitos. Mas espero que isso não seja preciso.
Sucesso, esta é uma palavra que os dicionários podem definir, mas pertence à cada um de nós de fato, a definirmos. O que pode ser sucesso para mim, pode não ser para você, e vice versa. É possível que cada pessoa no mundo, possa definir o sucesso de forma diferente! Já parou para pensar nisso?!
E seguindo esta linha de pensamento, tenho uma pergunta a te fazer: que tipo de sucesso você espera para os seus aprendizes? E outra pergunta, que considero ainda mais importante: você se considera uma pessoa de sucesso? Provavelmente, você já conversou sobre o futuro com seus aprendizes, perguntou o que eles queriam ser, etc, etc. Mas pense no seguinte: você acha que se seus alunos não verem uma pessoa de sucesso em você, eles seriam incentivados a dar atenção à sua opinião?
Bem, se você tiver dúvidas sobre como responder a essa pergunta, imagine: você daria atenção à um mendigo se este te aconselhasse sobre como obter sucesso financeiro? Poderia até dar atenção, afinal, não é porque uma pessoa vive nas ruas que ela não tenha conhecimento sobre determinados assuntos, inclusive, muitas pessoas que vivem nas ruas, já viveram e muito bem, muitas escolhem esta vida por vícios, loucura ou decepções. Mas naturalmente, seriamos levados a não dar atenção, porque em matéria de dinheiro, ao menos na nossa cultura, um mendigo não representa a imagem de uma pessoa que tenha sucesso financeiro.
E você, representa a imagem de sucesso que deveria representar para seus aprendizes? Para mim, há três tipos de pessoas no mundo: as fracassadas, as conformadas e as bem sucedidas. Que tipo de pessoa é você? Você acredita que uma pessoa fracassada ou conformada, pode passar o entusiasmo necessário para uma vida extraordinária? Se ela não pode, acredite, suas palavras não farão nenhuma diferença para seus aprendizes.

Podemos conversar mais sobre isso, mas quero que você reflita sobre a imagem que você passa à seus aprendizes. Lembre-se que os grandes mestres foram pessoas grandes, pessoas que eram alem do ordinário, eram extraordinárias. Seus seguidores ou desistiram (fracassados), ou morreram tentando (buscando ser melhores), ou superaram seus mestres (o que deveria ser a ordem natural, visto que cada geração tem mais informação, estes se tornaram extraordinários também).
Você pode ser um ótimo educador hoje, mas está conformado com isso? Sabia que um animal, quando fica satisfeito, vai dormir? Se torna um perigo, não é mesmo?! Um perigo para ele mesmo... se você estiver satisfeito, que pena! Quer mudar?! Busque coisas novas, e não digo apenas na sua área! Experimente coisas novas, no começo é desconfortável, mas depois, se torna confortável. Talvez por aí, você entenda porque seus alunos se sentem desconfortáveis quando você fala de algo novo... e até relembre que na sua época, você era igual à eles...
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